Esqueletos no armário

Nestes últimos dias, esta deve ter sido a expressão mais ouvida nos meios de comunicação social: “Esqueletos no Armário”. 

O autor de tão célebre pérola foi o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, quando se pronunciou sobre o estado e a (falta) de transparência das contas públicas. 

E, por muito que queira ver pelas costas o nosso Sócrates (PM ainda em funções), tenho que concordar com o que defende o PS: esta não é a altura para “esquadrinhar” os tostões do país. Melhor, não é a altura para o fazer, pelo menos publicamente e utilizando os Media como pombo-correio. 

Resolvam lá as vossas contendas, mas longe dos holofotes. De outra forma, continuamos a passar uma péssima imagem do país num todo e nós, portugueses que aqui andamos e que até somos cumpridores e pouco temos a dizer na condução dos assuntos do Estado, não podemos ser postos no mesmo saco.

Admito que pouco percebo de política (e o que estou a dizer até pode ser uma barbaridade), mas acredito que a relação PS/PSD é podre. E, numa altura destas, de verdadeiro atrofio económico, financeiro e social, estes dois partidos deviam unir-se e trabalhar em conjunto, para o bem de todos e para a sanidade mental de muita gente.

Por isso, deixem-se lá de tretas e parem de se comportar como crianças birrentas e mimadas. Já não há paciência para vos ouvir! E quando assim acontece, algo vai mal no Portugal dos Pequeninos…

Esqueletos no armário

Ui, medo!!!

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